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PRIMEIROS SINTOMAS
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E-mail: primeiros-sintomas@primeiros-sintomas.com

 

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PRIMEIROS SINTOMAS

(2001-2016)

 

Nota de apresentação

Os Primeiros Sintomas são um grupo de teatro sediado em Lisboa, com direcção artística de Bruno Bravo. Estrearam em 2001, com o espectáculo A´ROSAS SUICIDAM-SE, com encenação e interpretação de Bruno Bravo e Élvio Camacho, a partir de Greguerías de Ramón Gómez de la Serna, em co-produção com o Teatro Experimental do Funchal, no Teatro Municipal Baltazar Dias (Funchal), Chapitô e Teatro da Barraca (Lisboa).

Em 2002, produziram em co-produção com o Centro Cultural de Belém o espectáculo TRANSFER, com encenação de Carla Bolito. No mesmo ano, os espectáculos O VIDRO, de Francisco Luís Parreira e FRANKENSTEIN, a partir de Mary Shelley, encenados por Bruno Bravo, e estreados na Casa Conveniente e no espaço Abril em Maio, respectivamente. Desde então têm levado a cena várias produções, alternando entre espaços alternativos e convencionais, insistindo numa dramaturgia variada, entre peças de teatro clássicas ou contemporâneas e adaptações de obras literárias, destacando-se a colaboração de Miguel Castro Caldas como autor de muitos dos espectáculos.

 

Prémios

Globo de Ouro 2005 para melhor espectáculo de teatro com a peça ENDGAME, de Samuel Beckett, encenação de Bruno Bravo. Uma co-produção Primeiros Sintomas/Teatro Meridional.

Prémio da Critica 2007 atribuído ao espectáculo FODER E IR ÀS COMPRAS – SHOPPING & FUCKING, de Mark Ravenhill, com encenação de Gonçalo Amorim. Uma co-produção Gonçalo Amorim/Centro Cultural de Belém/Primeiros Sintomas.

SALOMÉ de Oscar Wilde, Menção Especial da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, 2013.

O RETRATO DE DORIAN GRAY de Oscar Wilde, Menção Especial da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, 2014.

CYRANO DE BERGERAC de Edmond Rostand, prémio melhor peça e melhor actor (Paulo Pinto) 2014 pela Time Out.

 

Destaques

ENDGAME de Samuel Beckett. Um dos dez melhores espectáculos de 2005, pelo jornal Expresso (João Carneiro).

A REPARTIÇÃO, de Miguel Castro Caldas, encenação de Bruno Bravo. Um dos dez melhores espectáculos de 2007, pelo jornal Público (Rui Pina Coelho).

OS ASSASSINOS ocupação de um conto de Ernest Hemingway, de Miguel Castro Caldas, encenação de Bruno Bravo. Um dos dez melhores espectáculos de 2011, pelo jornal Público (Jorge Louraço Figueira).

SALOMÉ de Oscar Wilde, encenação Bruno Bravo. Nomeações para os Prémios Autores da SPA - Sociedade Portuguesa de Autores 2012, para melhor espectáculo e melhor actriz de teatro (Carolina Salles); Nomeação para o prémio Time Out de melhor espectáculo de 2012; Um dos melhores espectáculos de 2012, pelo Jornal Expresso (João Carneiro); Um dos melhores espectáculos de 2012, pela revista Time Out (Rui Monteiro).

O RETRATO DE DORIAN GRAY de Oscar Wilde, encenação Bruno Bravo. Nomeação para os Globos de Ouro de melhor actriz de teatro (Sandra Faleiro).

CYRANO DE BERGERAC de Edmond Rostand, encenação Bruno Bravo. Nomeação para os Globos de Ouro de melhor actor de teatro (Paulo Pinto).


 

Historial

PINOCCHIO de Carlo Collodi, encenação Bruno Bravo (Teatro Maria Matos, 2016).

ENTRARIA NESTA SALA... de Ricardo Neves-Neves, encenação Sandra Faleiro (Teatro Municipal de Bragança, 2016; Teatro Nacional D. Maria II, 2015).

CYRANO DE BERGERAC de Edmond Rostand, encenação Bruno Bravo (Teatro Micaelense (Ponta Delgada), 2015; Teatro Maria Matos, CCVF – Centro Cultural Vila Flor (Guimarães), Teatro Virgínia (Torres Novas) e Teatro Viriato (Viseu), 2014).

SONATA de August Strindberg, encenação António Mortágua (Ribeira, 2014).

CURTAS 2014 – MOSTRA DE TEATRO DE PEÇAS DE CURTA DURAÇÃO (Ribeira, 2014).

O RETRATO DE DORIAN GRAY (versão integral) de Oscar Wilde, encenação de Bruno Bravo (Negócio/ZDB e Teatro Municipal Joaquim Benite (Almada), 2014).

O RETRATO DE DORIAN GRAY primeira parte de Oscar Wilde, encenação de Bruno Bravo (Ribeira, 2013).

ARREPIOS, a partir de contos de Edgar Allan Poe e Oscar Wilde, encenação Sandra Faleiro (Malaposta, 2014; Ribeira, 2013).

AS BODAS DE FÍGARO UMA TRADUÇÃO, de Miguel Castro Caldas, encenação de Bruno Bravo (Teatro Maria Matos, 2012).

CURTAS 2012 – MOSTRA DE TEATRO DE PEÇAS DE CURTA DURAÇÃO (Ribeira, 2012).

SALOMÉ de Oscar Wilde, encenação de Bruno Bravo (Ribeira, 2012).

OS ASSASSINOS de Miguel Castro Caldas, encenação de Bruno Bravo (Teatro da Cornucópia, 2012; Auditório Municipal de Vila Nova de Gaia, 2011).

A BODA de Anton Tchékhov | A BODA de Bertolt Brecht, encenação de Bruno Bravo (Teatro Viriato, 2012; Negócio (ZDB), 2011).

O HOMEM ELEFANTE de Bernard Pomerance, encenação de Sandra Faleiro (Teatro Carlos Alberto, 2011; Teatro Nacional D. Maria II, 2010).

CURTAS 2010 – MOSTRA DE TEATRO DE PEÇAS DE CURTA DURAÇÃO (Ribeira, 2010).

MARIA MATA-OS de Miguel Castro Caldas, encenação de Bruno Bravo e Gonçalo Amorim (Teatro Maria Matos, 2010).

SHOPPING & FUCKING de Mark Ravenhill, encenação de Gonçalo Amorim (Cento Cultural de Belém, 2007; Teatro da Politécnica, 2008; Teatro S. Luiz, 2010).

LINDOS DIAS de Samuel Beckett, encenação de Bruno Bravo (Teatro da Trindade, 2010; Negócio (ZDB), 2009).

MENINA JÚLIA de August Strindberg, encenação de Bruno Bravo (Negócio, 2009).

HEDDA GABLER de Henrik Ibsen, encenação de Bruno Bravo (Negócio, 2009).

CURTAS 2008 – MOSTRA DE TEATRO DE PEÇAS DE CURTA DURAÇÃO (Ribeira, 2008).

REPARTIÇÃO de Miguel Castro Caldas, encenação de Bruno Bravo (Culturgest, 2008).

MEXE-TE de Rafaela Santos (Teatro Viriato (Viseu), 2008).

O PEDRO E O LOBO, a partir de Sergei Prokofiev, encenação de Sandra Faleiro (Teatro da Barraca, 2007).

E AGORA BAIXOU O SOL de Miguel Castro Caldas, encenação de Bruno Bravo (Teatro Maria Matos, 2007).

TIMBUKTU, a partir de Paul Auster, encenação de Sandra Faleiro (Teatro da Trindade, 2006).

A ERVA VERMELHA, a partir de Boris Vian, encenação de Cristina Carvalhal (Teatro da Trindade, 2006).

O MORTO E A MÁQUINA de Fernando Villas-Boas, encenação de Bruno Bravo (Teatro da Trindade, 2006).

É BOM BOIAR NA BANHEIRA de Miguel Castro Caldas, encenação de Bruno Bravo (Teatro do Chapitô, 2006).

NUNCA-TERRA de Miguel Castro Caldas, encenação de Bruno Bravo (Culturgest, 2005; Teatro da Comuna, 2006).

CONTO DE NATAL Variações de Dickens, de Miguel Castro Caldas, encenação de Bruno Bravo (Assoc. Abril em Maio, 2004).

O HOMEM DA PICARETA de Miguel Castro Caldas, encenação de Bruno Bravo (Karnart, 2004).

ENDGAME de Samuel Beckett, encenação de Bruno Bravo (Karnart, 2004; Teatro da Trindade, 2005).

NEVOEIRO, concepção de Paula Castro e Sandra Faleiro (Casa do Dias D’Água, 2003).

O HOMEM DO PÉ DIREITO de Miguel Castro Caldas, encenação de Bruno Bravo (Abril em Maio, 2003).

A MONTANHA TAMBÉM QUEM de Miguel Castro Caldas, encenação de Bruno Bravo (Abril em Maio, 2003).

FRANKESTEIN, a partir de Mary Shelley, encenação de Bruno Bravo (Abril em Maio, 2002).

TRANSFER, encenação de Carla Bolito (CCB, 2002).

O VIDRO de Bruno Bravo e Francisco Luís Parreira, encenação de Bruno Bravo (Casa Conveniente, 2002).

A’ROSAS SUICIDAM-SE, a partir de Greguerías de Ramón Gómez de La Serna, de Bruno Bravo e Élvio Camacho (Chapitô, Teatro O Bando, Teatro da Barraca, 2001).