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Contacto

PRIMEIROS SINTOMAS
CAL - Centro de Artes de Lisboa
R. santa Engrácia 12A, 1170-333 Lisboa

(+351) 915 078 572

E-mail: primeiros-sintomas@primeiros-sintomas.com

Festival Temps d'Images 2019

BILHETES / normal: €7 / desconto: €5 (menores de 25, maiores de 65 e profissionais do espectáculo) 

RESERVAS / reservas@duplacena.com

 
 

SEE THAT MY GRAVE IS KEPT CLEAN | Adaline Anobile

2 de Novembro, 21h30 + 3 de Novembro, 19h00

 

Uma gravura renascentista de Albrecht Dürer representa uma cena insólita: uma mulher nua deitada numa mesa por detrás de uma grelha; do outro lado, um homem tenta reproduzir o que vê, usando a grelha como sistema de referência para medir, para assinalar, para ver. Mesmo que a figura da mulher seja captada por este dispositivo, denominado máquina de perspectiva, nunca será totalmente contemplada. A grelha não capta a sua profundidade ou pensamentos. Em See that my grave is kept clean, as três figuras na gravura - a mulher nua, o observador e a grelha - são transpostos para o palco.

 

Conceito e performance Adaline Anobile Colaborador artístico Carolina Campos Cenário Pauline Brun Desenho de Luz Leticia Sckrycky Orientação Artística Myrto Katsiki Co-Produção Landslide, far° festival des arts vivants Nyon no contexto do programa Extra Time Apoio Loterie Romande, Fondation suisse des artistes interprètes SIS Parceiros Workspacebrussels, Honolulu Nantes, BUDA Courtrai, La Caldera Barcelona, Atelier REAL, Théâtre Saint-Gervais Genève

© far° Nyon / Julien Gremaud
 
 
 

PAIXÃO SEGUNDO JOÃO | Frederico Barata

23 de Novembro, 21h30 + 24 de Novembro, 19h00

 
Um homem, internado há anos no hospital Fatebenefratelli de Brescia. Encontrando-se na altura da Cento e Oitenta (lei quadro que instituiu o fim dos manicómios a 13 de Maio de 1978), num hospital psiquiátrico, aí ficou, por falta de apoio familiar. Acredita que irá resgatar a sua existência sem culpa pensando ser um certo e importante Ele. João, um enfermeiro acabado, promovido da categoria de maqueiro à dignidade de Operador Psiquiátrico. Homem corpulento e decidido, medianamente crente e sinceramente interessado no próprio trabalho, que desempenha com todo o zelo e o espírito missionário que lhe é consentido pela sua natureza, rude mas apaixonado.
 
Texto original António Tarantino Criação Companhia Macaco Nu Intérpretes Frederico Barata Música Gabriel
Ferrandini Voz Sara Ribeiro Figurinos Sara Ribeiro Direcção técnica André Carinhas Direcção de produção Frederico
Barata Assessoria de imprensa Companhia Macaco Nu Direcção de comunicação Companhia Macaco Nu Fotografia
de cena Luana Ribeiro Agradecimentos Sérgio Coragem, Ruben Berenguer, Miguel Borges, João Garcia Miguel, Zina
Oliveira, Luca Barata
 
 
 
 

O Pessoal é Politico | MEDO E FEMINISMOS de Maria Gil e Miguel Bonneville

28 de Novembro, 21h30

 
Medo e Feminismos integra a trilogia de palestras performance – O Pessoal é Político. Nesta palestra performance duas pessoas, que manifestam um saber arquivista sobre medos, estão lado a lado para evocar medos passados presentes e futuros; autobiográficos ou não. Medos que se transformam em medos sociológicos, em manifestações do controlo político que é exercido sobre a sociedade, sobre as pessoas. A partir dos conflitos internos de cada performer constrói-se uma apresentação fragmentada com direito a pequenos actos de sarar que não pretendem mais do que transformar veneno em remédio. De forma nostálgica e pessoal evocam-se também alguns dos momentos mais significativos para a arte da performance feminista, seguindo-se uma reflexão pessoal sobre a prática do feminismo nos dias de hoje. A palestra termina com a recriação de duas performances feministas do século XX.
 
Co-criação Maria Gil e Miguel Bonneville Apoio cénico Pedro Silva Produção Vítor Alves Brotas Administração Susana
Martinho Lopes Apoio Fundação Calouste Gulbenkian e Junta de Freguesia de Carnide
 
© Miguel Bonneville
 
 
 

O Pessoal é Político | AMOR E POLÍTICA de Maria Gil e Miguel Bonneville

29 de Novembro, 21h30

 
Como é que podemos pensar politicamente o amor? Como é que podemos pensar um assunto que é normalmente visto como sendo algo do foro íntimo e privado de cada um? Que relação existe entre os afectos e a forma como nos organizamos socialmente e vivemos uns com os outros? E será a política algo
a que voltamos apenas em ano de eleições? Como é que vivemos a política nas nossas vidas, na privacidade das nossas casas?
Nesta palestra performance, a dramaturgia constrói-se à volta de entrevistas realizadas a políticos pertencentes a partidos com representação parlamentar, independentes, e pessoas ligadas a movimentos sociais; bem como, entrevistas realizadas a ex-namorados, cartas de amor e fragmentos de diários pessoais. Durante o espectáculo haverá a recriação de uma performance do século XX.
 
Criação e interpretação Maria Gil e Miguel Bonneville Espaço cénico Pedro Silva Apoio dramatúrgico Filipa Reis
Desenho de luz Artur Pispalhas Operação Nuno Patinho Produção Vítor Alves Brotas Administração Susana Martinho
Lopes Imagens de divulgação Joana Linda Registo vídeo Cláudia Alves Residência de criação Centro Cultural do
Candoso, Guimarães Co-produção Negócio/ZDB e Festival Temps D’Images Apoio Wip – Hairport
Projecto apoiado pela República Portuguesa-Cultura / Ministério da Cultura - Direcção-Geral das Artes; pela Fundação
Calouste Gulbenkian; e pela Junta de Freguesia de Carnide.
 
© Joana Linda
 
 

O Pessoal é Político | RELIGIÃO MORAL de Maria Gil e Miguel Bonneville

30 de Novembro, 21h30 + 1 de Dezembro, 19h00

 
Religião e Moral é o nome de uma disciplina que nunca tivemos e que nos traz um imaginário de orelhas de burro e palmatórias. Para a construção dramatúrgica deste espectáculo, revisitaremos ainda as nossas idas à catequese, as experiências místicas da infância, o reportório do coro da missa de sábado à tarde, e a prática budista; confrontando memórias pessoais com o conceito de anomia social desenvolvido por Émile Durkheim, que aponta a perda de identidade nas sociedades actuais como um fenómeno consequente da diminuição do impacto religioso nas nossas vidas. Se matam Deus, se matam o homem, se matam a natureza, o que é que fica?
 
Direcção artística e interpretação Maria Gil e Miguel Bonneville Espaço cénico Pedro Silva e João Miller Guerra Apoio
dramatúrgico Filipa Reis e Paulo Borges Desenho de Luz / Direção técnica Nuno Patinho Produção Vítor Alves Brotas
Administração Susana Martinho Lopes Registo vídeo e fotográfico Joana Linda Apoio Fundação Calouste Gulbenkian
e Junta de Freguesia de Carnide

© arquivo pessoal dos artistas

 

 
Adaline AnobileTHAT MY GRAVE IS KEPT CLEAN
Adaline AnobileTHAT MY GRAVE IS KEPT CLEAN
Adaline Anobile